segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

COISAS DO SÃO LOURENÇO

Ontem pedalamos 97 kms, saindo de Dourados, passando por São Lourenço, indo até Nova América e voltando para Dourados. Esta aventura foi feita por mim, a Cristina e o Paulinho, os dois últimos citados, integrantes do Grupo de Ciclistas BIKE TERAPIA.
Neste trajeto pedalamos muito, claro, mas também tiramos fotos, filmamos, uma aventura e tanto. E aqui, aos integrantes da Família Oliveira, ou seja, dos Baianos e de forma direta para os que moraram em São Lourenço e por tabela aos que não moraram, registrei estas fotos para que vocês, saibam um pouco sobre como está a ex-propriedade dos baianos em São Lourenço.
A primeira foto é da casa de Luis Baiano e Maria Baiana. Hoje é um barracão e está toda pintada de óleo ou de piche.  E a outra é o registro de quando eu conversei rapidamente com o dono desta propriedade (motorista da camionete), o Sr. Bingo Pires, sobre a ponte do córrego São Lourenço, a cerca de 100 metros desta casa.


Casa que pertenceu a Luis Baiano e Maria Baiana
, atualmente é um barracão


Eu e o Bingo Pires, o proprietário das terras que um 
dia foram de Luis Baiano e Maria Baiana




E aqui, nós os três ciclistas que 
encaramos o 
desafio de ir de Dourados até o São Lourenço
, Nova América 
e voltando a Dourados, pedalando em 09/02/2020

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

LORRAINE, UMA PSICÓLOGA NA FAMÍLIA


Lorraine, a formanda, um flash da
 solenidade de formatura


Lorraine e o Hebert (marido) dançando a valsa,
  solenidade de formatura


  Lorraine e o seu irmão, o Danilo


Lorraine e o seu irmão  caçula, o Daniel



Lorraine e o seu filho, o Bernardo

E, claro, eu curtindo muito, 
o fato de ter uma filha psicóloga.

Registro aqui com muito orgulho, alguns momentos da solenidade de formatura da turma do curso de Psicologia (2019 - UNIGRAN) Universidade Particular  da Grande Dourados, dentre os formandos, a minha querida filha, Lorraine Barros de Oliveira. A solenidade foi realizada na Chácara Ebenezer, no dia 25 de Janeiro de 2020.

MINHA MENSAGEM
Minha filha, na condição de  pai, professor e sabedor de quanto a sociedade brasileira, padece por problemas de natureza psicológica, eu a a parabenizo pelo seu feito e, acredito que você superará os obstáculos inerentes ao desempenho da psicologia no Brasil. Sucesso profissional e muita determinação para superar os obstáculos, são os meus mais sinceros desejos. 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

A VISITA A IGREJA DE NOSSA SENHORA APARECIDA


Esta foto é o registro de uma viagem que a Tia Ana e o Tio Zé (Zé Baiano) fizeram a Igreja Católica (Basílica de Nossa Senhora Aparecida), em Aparecida do Norte (SP). Viagem foi feita pelo casal, em virtude de Tia Ana estar com câncer (doença que a levou prematuramente). Esta viagem visou duas coisas, renovar energias para enfrentar o difícil momento vivido pela Família, em especial. a Tia Ana e a cura da enfermidade.
Tia Ana foi a primeira esposa do Tio Zé, quando este morava em Caarapó (MS). Depois ele mudou-se para Cáceres e casou pela segunda vez com a Tia Fia.
A Tia Ana, devido a sua partida prematura para o além, deixou órfão de mãe, Joãzinho, Aparecida, Vani e Osmar, todos, ainda crianças. Por um bom tempo, eles ficaram sob os cuidados do Tio Zé e da avó materna, a Dona Tereza, a qual cuidou dos netos com carinhos e ternuras muito grandes, uma forma de compensá-los pela perda ainda tão crianças da mãe. Um exemplo de vó, a Dona Tereza.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

O CASAMENTO DE LUÍS BAIANO E MARIA BAIANA

No início deste mês e ano, estive visitando os parentes da Família Oliveira e Agregados que residem em Araçatuba e Região, dentre eles, o Tio Lilo, o nosso ancestral, ainda vivo, por isso mesmo, o mais importante para os integrantes da Família Oliveira.
Com o Tio Lilo conversei sobre o Luis Baiano e a Maria Baiana. Nesta conversa, o Tio revelou que o casamento deste casal não teve namoro. Isso mesmo, acreditem, especialmente, os netos, bisnetos e tataranetos, muitos dos quais, não conheceram este casal. Segundo Tio Lilo, Luís Baiano residia em São Paulo, e um amigo oriundo também da Bahia, um certo dia disse pra ele: "viajarei para a Bahia e trarei a minha irmã - no caso a Maria Baiana -, para casar-se contigo." Dito e feito.
Claro que um casamento, realizado em tais condições, desconsiderou a cumplicidade, o afeto e o respeito que deve haver entre um casal. Diversos problemas decorrentes desta união afetou de forma muita intensa aos filhos dos casal, em aspectos tais como: personalidade, irritação, inquietude e também profissionalmente. Em menor grau também afetou aos netos, bisnetos e tataranetos deste casal. Se quisermos entender esta família no seu jeito de ser nos aspectos emocional e psicológico, temos que levar em conta a união estabelecida entre Luís Baiano e Maria Baiana.


Na foto abaixo temos da esquerda
 para a direita: Luís Baiano, Tio Lilo, 
Tia Ana, Osmar (nos braços da Tia Ana), o 
Joãozinho e a frente a Cida, a Vani e o Joãzinho



Na foto acima, o casal Maria Baiana e Luís Baiano

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

A AMIZADE ENTRE O TIO LILO E A IZAURA

Nesta última e recente viagem feita ao Til Lilo, em Araçatuba (SP), conversei bastante com ele sobre a minha mãe, a Isaura Ribeiro de Oliveira. Nesta conversa o Tio revelou que o meu pai (Epifânio Ribeiro) para poder namorar a Isaura, precisou contar com a colaboração dele (Tio Lilo), até porque Luís Baiano, o pai de Isaura e meu avô, era muito temperamental. Obviamente o meu pai tinha receio de fazer uma abordagem mais ousada a Isaura, não só pelo fato de Luís Baiano ser muito esquentado, mas também receava não ser correspondido em seus sentimentos por Isaura. E atentem estou falando do ano de 1957, quando as famílias eram extremamente conservadoras.
Tio Lilo fez o papel de pombo correio. Disse que tinha plena identificação de valores e gostos com Izaura, e que o meu pai, o conquistou, "um cunhado que  me deixou muito feliz ao casar com a minha irmã querida, isto é, a Isaura" - acrescentou.
Por outro lado, a família do meu pai, especialmente, Pulcina Ferreira (mãe de Epifânio Ribeiro), a princípio não aprovava o namoro de meu pai com Isaura por temer que ele fosse alvo de ações violentas do Luís Baiano. No entanto, num espaço de tempo  muito curto, as duas famílias ficaram amicíssimas. Luís Baiano sempre se comportou de forma muito cortêz com a Família Ribeiro e vice-versa. Quanto a Isaura, conquistou a toda a Família Ribeiro. Pena que tenha vivido tão pouco, já que faleceu em 1964, com apenas 29 anos de idade, deixando como órfãos, eu (Enio), o Alberto e o Aurélio, todos ainda muito crianças. Eu o mais velho tinha apenas 06 anos de idade.

UMA MULHER DA LIDA
Tio Lilo disse também nessa conversa que a Isaura, embora fosse uma boa dona de casa, era muito mais afeita a lida com o gado. Se entendia bem com as vacas, conseguia domesticar os animais, vamos assim dizer, com ternura. Além do mais era destemida.
O Luís, filho da Tia Nana, narrou pra mim - aliás já postei anteriormente, neste blog, esta narrativa - que a Isaura, quando estava diante de uma vaca  com uma cria recente, quando esta ficava brava ao aproximar do bezerro, colocava entre ela a vaca o bezerro. Desta forma, a vaca temendo machucar o bezerro, isto é, a sua cria, desistia de atacá-la. E fazia isto, sem medo, acrescentou, o Luís.

sábado, 11 de janeiro de 2020

O CASO DA PORTEIRA, MAIS UMA DAS HISTÓRIAS SOBRE O LUÍS BAIANO

Nesta última e recente visita feita a Tia Iracy, ela me contou que quando o Luís Baiano, o meu avô, morava em São Paulo, onde tinha uma propriedade rural, um certo senhor que passava pela estrada abria a porteira e não a fechava. Acredito que por ser muito difícil fechá-la.
Diante disso, Luis Baiano, ficou a espreita (escondido)  e quando o dito cidadão abriu a porteira, sem contudo fechá-la, o meu avô, o abordou de revólver em punho, apontando-o para o infrator e dizendo: "ou você volta e fecha a porteira, ou você será um homem morto. Claro que o cidadão voltou e fechou a porteira". E ai dele se não tivesse fechado.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

RESTAURANTE UM REAL


Na fila


Saboreando o almoço

Barriga cheia

Se preparando para sair


Um flash do movimento no Restaurante

No dia 07 de Janeiro, a Tia Iracy e o Tio Lilo, convidaram a mim e a minha família para almoçarmos e conheceremos o Restaurtante Um Real, sediado em Araçatuba, no qual, o almoço é servido pelo valor simbólico de um real. Uma comida gostosa. Obrigado Tios pelo convite