Da esquerda para a direita temos os Tios Dito, Nana e Lilo. A Tia Nana e o Tio Dito (falecidos), e o Tio Lilo, o único dos filhos de Luis Baiano vivo, sendo que o Tio Dito era o filho mais novo e a Tia Nana a mais velha, dentre todos os filhos, do casal Luís Baiano e Maria Baiana.
Este blog busca o resgate da história desta família que tem como ponto de partida o casal Luis Baiano e Maria Baiana. Este resgate se dará recorrendo a fotos, vídeos, áudios, poemas, artigos, textos, charges e documentos (registros de nascimento, certidão de casamento, carteira de identidade e outros). Todos (filhos, netos, sobrinhos, noras, genros, amigos e conhecidos), sem exceção, estão convidados para mais esta empreitada.
quinta-feira, 21 de junho de 2018
AS TRIGÊMEAS
Eis aí um registro do Tio Sebastião com as suas três filhas (trigêmeas), três princesinhas. Eu as conheci quando estavam com cerca de 12 anos. Todavia, antes de conhecê-las, tinha ouvido e muito a Tia Dila fazer referências a elas. A Tia Dila para os primos mais novos, era irmã da Vó Maria Rosa (Maria Baiana) e morava em Dourados, juntamente com o seu filho Zezinho (os dois já faleceram). Como resido em Dourados, algumas vezes a visitava e aí a conversa sobre a baianada ia longe.
quarta-feira, 20 de junho de 2018
HISTÓRIAS SOBRE AS COPAS
Em conversas que tive com o meu pai sobre as Copas do Mundo realizadas nos anos 1950 e 1960, os relatos que ele fez é de que, quado possível, os amantes do futebol as acompanhavam pelo rádio.Desnecessário dizer que nem todos tinham condições de comprar um rádio. E mesmo quando tinham, em virtude de serem alimentados com baterias e mais tarde com pilhas - a oferta de energia era escassa - quem possuía um rádio, utilizava com muito critério, em torno de meia hora por dia. Dificilmente alguém tinha um rádio para ouvir jogos.
Sendo assim, as pessoas, não raro andavam quilômetros à pé, de bicicleta ou à cavalo até a casa de algum generoso cidadão que tivesse um rádio e que o disponibilizasse para ouvir transmissões desportivas. O meu pai, amante do futebol, era um dos raros cidadãos que possuía um rádio em São Lourenço e o utilizava para tais eventos, dentre eles, as copas. Havia muito ruído na transmissão, mas ainda assim, as pessoas não desistiam de ouví-la, torcer e sofrer pelo Brasil.
Ele me relatou que o meu avô materno, o Luís Baiano, possuía um rádio, mas era expressamente proibido ouvir jogos no mesmo. Ocorre que um dos seus filhos o Tio Lilo, um amante do futebol, desafiava o Luís Baiano e vinha para a casa do meu Pai, já que este casara-se com a sua irmã, a Izaura. Algumas vezes, o Tio Lilo, dormiu na casa do meu pai, o que não agradava de jeito nenhum a Luís Baiano, mas o Tio o desafiava.
Já no início dos anos 1970, entrou em cena a TV branco e preto, não em São Lourenço, mas em Dourados. Todavia, as transmissões desportivas não eram realizadas ao vivo. Assistia-se ao videotape, isto é, uma gravação. No caso de Dourados, depois de aproximadamente duas horas do jogo realizado, o videotape chegava em avião vindo do Rio de Janeiro, quando então era exibido em alguns pontos da cidade: o Bar Douradense era um destes pontos. Como em 1970 o Brasil venceu todos os jogos, as pessoas ouviam o jogo pelo rádio e depois vinham para Dourados assistir o videotape. Vinham na caminhonete Wyllis de Edson Daniel. Lembro-me de uma noite que esta viagem foi feita em dia muito frio. Mas ninguém até hosto se mostrou arrependido do sacrifício realizado.
TIO GABA, UMA BOA MEMÓRIA
Em 1982 resolvi visitar a Família Oliveira, a qual, mudara-se para Cáceres, Mato Grosso, no início da década de 1970 e desde então nunca mais nos visitamos. Se tornamos, por assim dizer, ilustres desconhecidos. Quando esta família mudou para Mato Grosso, eu ainda era uma criança. Pois bem, em 1982, eu já estava com 22 anos. Pra ser mais exato cheguei na fazenda da Vó Maria no mês de Julho de 1982, á noite, acredito que por volta de umas 20 horas.
Fiz esta viagem de ônibus, portanto, cheguei a fazenda como uma mochila nas costas, um andarilho, diga-se de passagem com um medo danado de encontrar uma onça no trajeto compreendido da rodovia até a fazenda. Nunca havia estado neste lugar. Bati palma e vieram me atender o Tio Dito, a Vó Maria e o Gaba. Todos ficaram me olhando. Disse a eles: Boa Noite. depois perguntei: é aqui que mora a família do Luís Baiano?. Todos me olharam intrigados. Vocês não estão me reconhecendo? Ninguém respondeu nada. Depois de alguns minutos, o Tio Gaba disse, você é o Enio, o filho da Izaura. Ele foi o único que me reconheceu. Depois disso foram muitos abraços e grande parte da noite me pus a falar dos conhecidos que a Família Oliveira havia deixado em Caarapó e Dourados e sobre os quais, com grande ansiedade, desejava saber notícias. Naquele tempo não havia telefone celular, watasapp, logo o isolamento era físico e virtual. Aquela foi uma noite fantástica.
Tio Gaba. Este olhar é marcante.
TIO LILO, ESPOSA E FILHOS.
Família do Tio Lilo. Eis os nomes dos membros desta Família, da esquerda para a direita: Tio Lilo, sua filha Gilvânia Cardoso de Oliveira (popular Gil), sua espoa Iraci Cardoso de Oliveira e o seu filho Altair Aparecido de Oliveira. Uma imagem bonita de se ver.
terça-feira, 19 de junho de 2018
TIA CIDA E A ROSANA
Esta é a Aparecida Oliveira, a Tia Cida e ao colo a sua filha, a Rosana. A Tia Cida é natural de Caarapó (MS), Família dos Bingas. Conheceu o Tio Dito ainda muito jovem, quando este morava aqui em Caarapó. Com ele teve três filhos, sendo duas meninas e um menino.
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