Nesta foto aparecem dois queridos primos, o Altair, filho do Tio Lilo, e o Luís, filho da Tia Nana. O Altair, como sempre eternizando na forma de imagens (fotos) os bons e valiosos momentos relacionados à Família Oliveira. O Luís, não tive grande convivência com ele, todavia é uma pessoa pela qual tenho grande consideração. Temos conversado apenas pela wathsapp. A última vez que estive com ele, se não estiver errado, foi em 1982, quando morava em Limeira, no Mato Grosso.
Este blog busca o resgate da história desta família que tem como ponto de partida o casal Luis Baiano e Maria Baiana. Este resgate se dará recorrendo a fotos, vídeos, áudios, poemas, artigos, textos, charges e documentos (registros de nascimento, certidão de casamento, carteira de identidade e outros). Todos (filhos, netos, sobrinhos, noras, genros, amigos e conhecidos), sem exceção, estão convidados para mais esta empreitada.
domingo, 16 de agosto de 2020
ALTAIR E LUÍS, OS DOIS, ESBAJAM SIMPATIA
quinta-feira, 13 de agosto de 2020
NEIDE E ALTAIR, DOIS PRIMOS QUERIDOS E DOIS PEQUENOS RELATOS A FAZER SOBRE ELES
Acessando o grupo de wathsaapp da família me deparei com esta foto destes dois queridos primos. O Altair, desnecessário dizer, está eleito como o membro mais fotogênico da família. Ninguém de nós se iguala a ele. Aliás, neste quesito, copiou o Tio Lilo. As fotos dos filhos e família de Luis Baiano e Maria Baiana, quem mais registrou, foi o Tio Lilo, não com celulares ou máquinas digitais, as quais, não existiam até praticamente os anos 1990. Registrou pois, recorrendo as famosas máquinas Kodak, aquela que precisava comprar um filme, disponível em versões que permitiam registrar 12, 24 ou 36 fotos, e que o camponês tinha que trabalhar muitos dias para ter grana para revelá-las e também aos já esquecidos binóculos. O Tio Lilo tinha saquinhos e mais saquinhos lotados de binóculos.
Sobre a Neide o que tenho a dizer, a conheci quando viajei ao Mato Grosso e, num segundo momento, convivi um pouco mais com ela, haja vista que, se não me falha a memória, nos anos 1990 morou em Dourados, alguns anos, acredito com a Tia Dila e o Zezinho. Aos dois o que posso dizer, vocês são muitos especiais e sucesso, primos.
terça-feira, 4 de agosto de 2020
LUIS BAIANO, UM GRANDE CAÇADOR DE VEADOS E PERDIZES
Maria Baiana e Luis Baino
segunda-feira, 3 de agosto de 2020
A OPÇÃO PELO SOBRENOME OLIVEIRA E NÃO PELO RIBEIRO, EIS A EXPICAÇÃO
Os meus filhos, 1º e 2º casamentos, todos, sem exceção,
fiz questão de colocar o sobrenome Oliveira e não Ribeiro. Por conta disso, não
poucas vezes, os meus tios, Família Paterna, os Ribeiros, me deram uma dura
porque eu abri mão de colocar o sobrenome Ribeiro.
Eu explico:
gosto tanto da Família Oliveira quanto da Família Ribeiro. Tive, inclusive,
muita maior convivência com os membros da Família Ribeiro, haja vista que a Família Oliveira (Família
Materna), em 1972, mudou-se para Mato Grosso o que resulto na impossibilidade de convivência
com a Família de minha mãe, tanto da minha parte quanto do Alberto, ambos, filhos
de Isaura. Eu esporadicamente, 1982, 1996 , 2004, e 2019 e 2020, as visitei. O
Alberto, infelizmente, não os visitou nunca mais.
Mas vamos ao
que interessa: vivemos numa sociedade
machista, logo, existe um orgulho desmedido em perpetuar o nome da família
paterna nas famílias brasileiras. Todavia, eu me rebelo contra estas coisas, e,
por conta disso fiz a opção de colocar o sobrenome Oliveira e não o Ribeiro, na hora de registrar
os meus filhos. Foi uma forma de manter tão vivo o sobrenome Oliveira quanto o da Família Ribeiro.
domingo, 19 de julho de 2020
QUANDO O TERRENO OU LOTE ERA DENOMINADO DE DATA
domingo, 19 de abril de 2020
A NELMA, QUE EU CONHECI, AINDA NÃO ERA MÃE
Na época era um adolescente, e eis que agora é uma senhora, dona de casa, e mãe de uma linda criança. A você prima sucesso, felicidades e curta muito o teu bebê. AproveitA e dá um alô para a vovó Rosana. Saudades!!!!
sexta-feira, 17 de abril de 2020
A FESTA QUE ERA OS JOGOS EM PADRE INÁCIO
Me fiz acompanhado de minha esposa, a Josy e o Danilo (meu filho). Fiquei cerca de 15 dias, dormindo na casa do Tio Dito.
Neste relato quero relembrar que me chamou muito atenção, a realização dos jogos de futebol no sítio, no qual, havia um campo de futebol, e, aos domingos, nas imediações deste, o clima era de festa para os jogadores, bem como para rapazes e moças, que aproveitavam os dias de jogos para uma paquerar, inclusos aí, os primos e primas.
Desde cedo, era aquele alvoroço. Só se falava no jogo. Os rapazes e moças colocavam os seus melhores perfumes, roupas, calçados e caprichavam nos penteados. As meninas além destas providências valorizavam a maquiagem, batom que o diga.
E na hora do jogo, o campo ganhava vida, ficava muito alegre e colorido. Confesso que fiquei fascinado, haja vista que estas emoções eu as conheci nos anos 1970, quando morava no sítio, em São Lourenço, Caarapó_MS. Depois de 1986 mudei para a cidade, e nesta os jogos não atraem tanto as pessoas. Foi muito bom dar um mergulho no passado. Este é o Brasil sertanejo, logo mais autêntico e puro, pena que está virando coisa do passado.




