Este blog busca o resgate da história desta família que tem como ponto de partida o casal Luis Baiano e Maria Baiana. Este resgate se dará recorrendo a fotos, vídeos, áudios, poemas, artigos, textos, charges e documentos (registros de nascimento, certidão de casamento, carteira de identidade e outros). Todos (filhos, netos, sobrinhos, noras, genros, amigos e conhecidos), sem exceção, estão convidados para mais esta empreitada.
terça-feira, 27 de agosto de 2019
ESTÓRIAS CONTADAS SOBRE O ÍNDIO
Quando eu era menino, isso faz muito tempo, os meus pais, tios e avós diziam, o índio tem muita força porque come carne crua, sendo assim, ela preserva todos os seus nutrientes, e quem, a ingeri-la crua, caso dos índios, tem muita força. Diziam, menino um índio é capaz de erguer um tambor de óleo diesel de duzentos litros sozinho. Eu particularmente, nunca vi nenhum índio fazendo isso, mas ficava pensando com os meus botões, será verdade? Diziam também que os indígenas tinham um ouvido tão aguçado que eram capazes de ouvirem passos de uma pessoa a km de distância. Bastava apenas colocarem os ouvidos no chão.
terça-feira, 20 de agosto de 2019
UM ESPETÁCULO EM QUE O ARTISTA ERA A PANELA DE PRESSÃO
Ontem, conversando com o Alberto, meu irmão, quando ele me visitou, me prestigiou e muito me honrou com a sua presença, por conta de ser a data de meu aniversário, como acontece nestas ocasiões, e quando o ser humano ingressa na casa dos 60 anos, isto é, a terceira idade, eis que o mano, falou de quanto ficava maravilhado, nos tempos de crianças, ou seja, final dos anos 1960 e início dos anos 1970, nas raras visitas que nos foi permitida de fazermos aos nossos avós maternos, vale dizer: Maria Baiana e Luís Baiano. Ocorre que tinha uma panela de pressão, coisa raríssima naquele sertão onde morávamos.
Assim o mano descreveu a emoção que sentia, qual seja, ver a válvula da panela acionada pela pressão girar e fazer aquele chiado característico. Nas demais casas de São Lourenço e redondezas, poucos eram os que tinham algo tão moderno. Eu particularmente não me lembro de ninguém que as tivesse. E na medida que ele descrevia as suas lembranças e o quanto ficara encantado, confesso, momentaneamente relembrei deste acontecimento. E realmente, era algo emocionante e indescritível.
A magia da panela de pressão
Com esse depoimento meus queridos parentes, vocês podem ter uma ideia do fosso que se coloca entre nós e as gerações atuais, por conta da revolução tecnológica que o mundo viveu nos últimos 50 anos. Não tenho vergonha de confessar, é, como diria o sertanejo: "é coisa butada" (rsrs). Mas apesar de tudo estamos vivos, um pouco pinel, mais damos as nossas cacetadas.
terça-feira, 23 de julho de 2019
FINALMENTE, CUMPRINDO A VOCAÇÃO NATURAL (rsrs), PRIMA
Nelma um atestado de felicidade,
envolvida que está por um
abraço do seu marido,
o Zé Carlos
Observem parentes,
o olhar da mãe coruja.
Alguém tem dúvida de que
ela está feliz?
Outro momento do parto
Quero neste blog parabenizar a Nelma, o Zé Carlos (mãe e pai), pelo filho. Também estendo os meus parabéns a avó fresquinha, a Rosana, e aos bisavós, a Tia Cida e o Tio Dito (falecido). O Tio, embora, numa outra dimensão da vida, não tenho dúvida, está muito feliz.
NELMA: Olha o peso da tua responsabilidade,
querida Prima.
segunda-feira, 22 de julho de 2019
FIQUEI NUMA "SAIA JUSTA"
Em 1982, no mês de julho fui visitar,
como já revelei, anteriormente neste blog, os meus parentes sanguíneos maternos
(avó, tios e tias, primos e primas), isto é, pelo lado Izaura Ribeiro, no
Estado de Mato Grosso, Cáceres, Mirassol, 04 Marcos e Nova Limeira.
Pois bem, num determinado dia, a Cida
– filha do Tio Zé -, me convidou para irmos a uma das Igrejas Católicas,
existentes em Cáceres. Não sou católico, mas como o convite foi feito com tanto
carinho pela prima que não resisti ao convite, e nos mandamos para a igreja. O Osmar,
irmão da Cida, também foi.
A Missa estava acontecendo tranquilamente,
e, eis que, o padre que conduzia a missa, num determinado momento pediu para
que todos se ajoelhassem. Eu, não tenho o hábito de me ajoelhar e, sendo assim,
todo mundo ficou de joelhos, inclusive, a prima. E eu, olhei pra um e para o
outro, e observei que todo mundo tinha se ajoelhado, eu era o únido que não
estava de joelho. Com efeito não me ajoelhei, mas foi muito constrangedor, mas,
apesar da cena constrangedora para mim, não me ajoelhei. A prima, muito discreta, acredito
que tenha percebido a cena, todavia, até hoje, nunca fez nenhum comentário.
Mas, confesso 37 anos depois, fiquei numa “saia justa”.
quinta-feira, 18 de julho de 2019
NOME E RELIGIÃO JUDAICOS
O povo judeu, com a ascenção do nazismo foi muito perseguido pelos nazistas. Adotaram como estratégia, qual seja, a de colocarem em seus sobrenomes, nomes relacionados as plantas, tais como: Pereira, Oliveira, Ramos, Carvalho, etc. Uma espécie de senha entre os judeus que permitia a eles identificarem um judeu. Assim o judeu ao se deparar com alguém que tivesse no sobrenome o nome de uma planta, sabia que tratava-se de um patrício, isto é, outro judeu ou alguém de origem judia. Criaram, portanto, uma senha, evidentemente, ignorada pelos nazistas.
Pois bem a Tia Nana tinha como um dos seus sobrenomes, o Oliveira e casou-se com Antônio Pereira, um casal, em que ambos possuíam sobrenomes de plantas, portanto, um casal com origem judia.
Este casal teve vários filhos, um deles, o Luis Pereira Oliveira (foto,ao lado da esposa). Seus outros filhos são: Marta, Maria Aparecida, Baltazar e o Itamar. Pois bem, o Luís, o filho mais velho do casal, mesmo tendo nascido no Brasil, um país cristão, quis o destino que adotasse como religião, o judaísmo. Inconscientemente, este primo, além do nome, acabou indo muito além de ser portador de um sobrenome judeu. Fez muito mais, Incorporou a religião judaica. Cá, entre nós: uma mera casualidade?
Com a palavra, você, meu querido primo
Com a palavra, você, meu querido primo
segunda-feira, 15 de julho de 2019
O PASSEIO QUE FIZ A PADRE INÁCIO AOS BAIANOS DO MEU CORAÇÃO
Em 1982, viajei para o Mato Grosso, quando uma visita fiz a minha Vó, a Maria Baiana, e os meus tios, naquele período, praticamente todos ainda vivos, somente o Tio Juscelino havia falecido, e dos vivos, apenas o Tio Lilo não morava neste Estado, e lógico, os primos e primas, todos meus parentes sanguíneos por parte de minha mãe, Izaura Ribeiro.
Peguei o endereço da baianada com a Tia Dila,Tia que morava em Dourados. Ela disse eles moravam em Padre Inácio. Perguntei ao Zezinho, filho da Tia Dila, como chegar a fazenda da Vó Maria.
O Zezinho sabia que eu a faria a viagem de ônibus. Então ele me disse, até Cáceres, não tem erro. Mas chegando em Cáceres, compre a passagem para o Caramujo, então toque dois dedos de prosa com os cobradores e pergunte pelos baianos, e não tem erro.
Eu pensei com os meus botões, será que não vou errar. Fiz a viagem muito apreensivo, aliás, a fiz sozinho, não conhecia nenhum passageiro. Quando cheguei em Cáceres, fiz como havia dito o Zezinho e o ônibus partiu rumo ao Caramujo, fiz amizade com o motorista e ele foi logo me dizendo, os baianos a quem você se refere são o Tião e o Dito? Respondi: são eles mesmos. Então o motorista respondeu, deixa comigo, chegando na entrada da fazenda eu dou o Grito. Dito e feito, e, a chegada foi ao escurecer. O motorista disse é aqui a entrada, caminhando uns 300 metros você estará na casa deles.
Confesso que desci com os cabelos arrepiados, o meu medo era o de encontrar alguma onça no trajeto. Mas tudo correu bem e, hoje estou aqui contando esta história. Cheguei de surpresa, não avisei a ninguém dos baianos que iria visitá-los, a surpresa foi muito legal. Lembrando que apenas o Tio Gaba me reconheceu. Fiquei 32 dias na região, visitando, os parentes, já que não moravam todos em Padre Inácio.
Observação: os baianos haviam se mudado do Saverá, Caarapó, acredito que em 1972, e desde então, eu não os via.
sábado, 22 de junho de 2019
TRABALHO RECONHECIDO
Solenidade de premiação (05/06/2019)
O Projeto SOS Parque Arnulpho Fioravante, recebeu o seu primeiro reconhecimento no último 05 de junho de 2019, quando foi entregue ao Professor Enio Ribeiro de Oliveira, o Prêmio Marco Verde, prêmio que é atribuído a pessoas que se destacam em ações ou atividades em prol do meio ambiente.
O Projeto SOS Parque Arnulpho Fioravante, desenvolvido pela Escola Menodora com alunos dos 9º Anos., embora a premiação tenha sido individual, o seu sucesso se deve a um trabalho coletivo que envolve e continuará envolvendo, alunos, professores, coordenação escolar e direção, além de colaboradores que não fazem parte da comunidade escolar do Menodora, porém, comprometidos com a questão ambiental.
O referido projeto além de ter como um dos seus objetivos a educação ambiental, ambiciona também, realizar atividades que estimulem o aluno e a comunidade escolar a se mobilizarem e reivindicarem do poder público ações que resultam na preservação e a revitalização do Parque Anulpho Fioravante.
No momento, por exemplo, a coordenação do Projeto protocolou um documento reivindicatório junto ao vereador Olavo Sul, no qual, constam revindicações que buscam disputar orçamento para a realização de obras ou serviços em prol do referido Parque. Neste documento constam outras reivindicações ou sugestões que serão encaminhados a outras instituições ou órgãos, como por exemplo, as Secretarias Estadual e Municipal de Educação.
#SOSPARQUEARNULPHOFIROAVAN
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