sábado, 22 de junho de 2019

TRABALHO RECONHECIDO


Solenidade de premiação (05/06/2019)


O Projeto SOS Parque Arnulpho Fioravante, recebeu o seu primeiro reconhecimento no último 05 de junho de 2019, quando foi entregue ao Professor Enio Ribeiro de Oliveira, o Prêmio Marco Verde, prêmio que é atribuído a pessoas que se destacam em ações ou atividades em prol do meio ambiente.
O Projeto SOS Parque Arnulpho Fioravante, desenvolvido pela Escola Menodora com alunos dos 9º Anos., embora a premiação tenha sido individual, o seu sucesso se deve a um trabalho coletivo que envolve e continuará envolvendo, alunos, professores, coordenação escolar e direção, além de colaboradores que não fazem parte da comunidade escolar do Menodora, porém, comprometidos com a questão ambiental.
O referido projeto além de ter como um dos seus objetivos a educação ambiental, ambiciona também, realizar atividades que estimulem o aluno e a comunidade escolar a se mobilizarem e reivindicarem do poder público ações que resultam na preservação e a revitalização do Parque Anulpho Fioravante.
No momento, por exemplo, a coordenação do Projeto protocolou um documento reivindicatório junto ao vereador Olavo Sul, no qual, constam revindicações que buscam disputar orçamento para a realização de obras ou serviços em prol do referido Parque. Neste documento constam outras reivindicações ou sugestões que serão encaminhados a outras instituições ou órgãos, como por exemplo, as Secretarias Estadual e Municipal de Educação.
#SOSPARQUEARNULPHOFIROAVANTE

sábado, 27 de abril de 2019

MULHER, VESTIR CALÇA COMPRIDA.UM DIREITO RECENTE



Até a década de 1970, embora criança, me lembro muito bem que as mulheres não podiam vestir calça comprida. E quando começaram a utilizar, a calça não podia ter braguilha. A saída ao invés de ter passadores, foi a de colocar-se  um elástico em calças a serem confeccionadas para mulheres, a exemplo dos calções, para que não ficassem caindo. Também recorreu-se ao expediente de ter uma abertura lateral, tendo como prendedor um botão ou uma presilha que tão logo a calça fosse vestida pela mulher, era abotoado para impedir que a calça arriasse. Depois de algum tempo elas puderam fazer uso da calça com braguilha desde que ao invés de botões tivessem um zíper para fechá-la.
USO DE CALÇAS PELAS MULHERES NO SENADO FEDERAL
O interessante é que a primeira vez que uma mulher teve permissão para usar calça comprida no Plenário do Senado foi há duas décadas. O uso do traje era proibido até 1997, quando um ato do então presidente, senador Antônio Carlos Magalhães (1927-2007), permitiu a entrada e a permanência de mulheres com essa vestimenta. O uso também foi liberado nas salas das comissões, na sala do café dos senadores, na tribuna de honra e na bancada de imprensa.
Uma questão simples, mas que só foi resolvida há 20 anos, revela como ainda é recente a participação das mulheres na vida política do país. Eunice Michiles, a primeira senadora eleita do Brasil, assumiu o cargo em 1979. Na época não havia nem mesmo um banheiro feminino no Plenário. Atualmente, a Casa tem 13 senadoras.
E não fosse a eclosão do movimento de contestação, dentre eles, o movimento hippie que sacudiu o mundo na da década de 1960, este direito, aparentemente tão simples, ainda não seria possível.

Caracteríticas do movimento Hippie
Uso de roupas coloridas, homens de barba e cabelo compridos, moças com flores no cabelo, músicas com violão e acampamentos. Em suma, os hippies recusavam a sociedade de consumo e a família tradicional. Além disso, admiravam a cultura do Oriente, vestiam batas indianas e apreciavam a alimentação natural, operou-se uma revolução sexual:   os homens passaram a utilizar cabelos compridos masculinos e as saias femininas encurtaram, entrando em cena, a mini-saia. Quebrar o tabu da virgindade era visto como uma forma de libertar as pessoas. A pílula anticoncepcional virou arma feminina na luta pelo prazer.



domingo, 21 de abril de 2019

CALO NAS MÃOS, UMA GRANDE DOR DE CABEÇA

Quando morávamos em São Lourenço - os primos mais velhos, sabem o que sentíamos -. a lida no campo não era mecanizada como atualmente. Tudo era feito utilizando-se machados, enxadas, enxadões, foices, facões, etc.,  sendo assim as nossas mãos ficavam calejadíssimas. Os calos deixavam nossas mãos  muito áspera, grossa mesmo - alguns diziam: parecendo um rodo . Tínhamos receio de que ao pegarmos nas mãos das meninas, estes calos  causassem da parte delas, rejeição a nós. Imaginem o sofrimento, especialmente, quando a pessoa era adolescente.

terça-feira, 16 de abril de 2019

DE VOLTA AO PASSADO

No último domingo, dia 14/04/19, fui a Rio Brilhante participar de um jogo confraternização, reunindo ex-atletas e veteranos que jogaram no Esporte Clube Guanabara nas décadas de 1980, 1990 e 2000. Entrei em campo e dei minhas cacetadas, e depois, churrasco e cerveja.

quarta-feira, 6 de março de 2019

COMO APRENDÍAMOS ANDAR DE BICICLETA?



Queridos parentes coloquei aqui uma foto que acredito é algo familiar para outrora meninada dos anos 1960 e 1970 e, quem sabe, também dos anos 1980. Trata-se de uma bicicleta, modelo antigo, acredito que Marca Gorick.
Lembro aos mais novos, o Brasil ao final dos anos 1950 começou a sua segunda fase industrial, em especial, a indústria automobilística, sendo que a de bicicletas pegou carona. Todavia, não era ainda uma sociedade de consumo, os produtos industrializados eram caríssimos, inclusive, as bicicletas. Para aprendermos a andar numa bicicleta, o primeiro desafio era ter a bicicleta. Os poucos que conseguiam tê-las, tinham tanto zelo, para não dizer ciúme, que era uma longa luta, muitas negociações para conseguir autorização para pegarmos as suas magrelas, mesmo que estas pertencessem aos nossos pais.
Bicicleta modelo infantil, nem pensar. As políticas inclusivas para crianças eram impensáveis, ridicularizadas mesmo, não esquecer que vivíamos sobre uma ditadura militar e no seio de uma sociedade extremamente conservadora, onde a criança, não era vista como alguém que com direitos.
Pois bem, tivemos que se adaptar ao contexto, e aprender a andar de bicicleta, todo torto, parecendo uma marmota, conforme demonstra a foto a acima. Mas éramos persistentes e aprendemos. Muitos tombos, muitos ralados, muitas broncas, mas que aprendemos, isso sim, aprendemos.

sábado, 2 de março de 2019

FAMÍLIA OLIVEIRA PRESENTE NO OUTRO LADO DO MUNDO



Estes são os primos Altair e Gil, filhos do Tio Lilo e Tia Iraci. Atualmente, os dois residem no Japão. Quem poderia imaginar nos anos 1960 , quando os Oliveiras já nascidos, moravam no São Lourenço, Caarapó, Mato Grosso do Sul, alguém da nossa Família no longínquo Japão?
A eles e aos filhos da Gil, residentes no Japão todo o sucesso. O sucesso de vocês muito nos alegra. Que Deus os abençoe, queridos primos.

sexta-feira, 1 de março de 2019

ZEZINHO, AS TUAS ORELHAS TEM HISTÓRIA



Quando visitei o Zezinho, em 1982, em Cáceres, Mato Grosso, eu fazia uma brincadeira maldosa com ele, qual seja, a de dar um crock em suas orelhas, inventando que um mosquito havia sentado nas mesmas.
Ele por ser surpreendido, olhos arregalados e imensamente assustado, nas primeiras vezes, perguntava porque eu havia dado um crock tão forte. 
Depois ele já sabia que era uma  molecagem e dava uma risadinha meio sem graça.Este ano ao visitá-lo, ele me lembrou desta brincadeira, sem guardar rancor, claro